Fazendo um roteiro de mangá
1º parte: A
Narrativa
(criando
um roteiro profissionalmente)
Quantos
de vocês se acharam perto do caminho profissional por causa de aulas de
revista, porem não era o suficiente ( as pessoas não se interessavam pelo seu trabalho
mesmo depois de conhecê-lo)
Então
aqui estou eu com uma das melhores matérias que uma revista de anime já fez.
Finalmente
você vai entender o significado verdadeiro por traz do mangá!
Agora
que começamos a parte sobre como fazer um roteiro, primeiramente temos que
saber que tipo de história estamos trabalhando ou gênero que queremos para a
nossa história.
EX.:
1.
Terror
2.
Fantasia
3.
Aventura
4.
Romance
5.
Comedia
Entre
outros...
Começo
Para
começar a fazer o mangá, tenha em mãos um pequeno texto da história.
Faça
um pequeno texto sobre sua história para auxiliá-lo,faça o plot da história.
O
plot deve ser um texto por volta de cinco linhas que passe a noção do que
acontece na história, ou seja, não há a intenção de se contar a história toda,
mas de se criar uma estrutura que a sustentará, um tipo de embrião.
Esse primeiro passo pede objetividade e atenção para que não sejam colocadas informações em excesso, ou de menos. Não pense em clímax, ou coisas assim. As histórias de um modo geral possuem um ponto em que querem chegar. Este ponto, por mais que você evite será por onde você vai começar a pensar. O plot é a primeira forma de você organizar os seus pensamentos e tudo o que já escreveu.
Esse primeiro passo pede objetividade e atenção para que não sejam colocadas informações em excesso, ou de menos. Não pense em clímax, ou coisas assim. As histórias de um modo geral possuem um ponto em que querem chegar. Este ponto, por mais que você evite será por onde você vai começar a pensar. O plot é a primeira forma de você organizar os seus pensamentos e tudo o que já escreveu.
Dramate
persona: seria a história pessoal de cada personagem.
É
importante que você tenha notas feitas sobre a história antes de fazer um plot.
Por exemplo, você tem anotações de que os personagens vão casar, ou que um
alguém que é constantemente citado já morreu. Enfim, tudo isso ajuda você a se
orientar na história, e construir a ordem em que ela será contada.
Antes
de começarmos a escrever o roteiro devemos ter em mente que cursos de desenhos
não significa nada na hora de criar um mangá, pois o verdadeiro peso de um
mangá é o roteiro bem feito, criativo e original.
Posso
dizer por experiência própria que situações surpreendentes fazem com o leitor e
a forma inteligente que é posto um roteiro em um mangá e a formula do sucesso.
Nas
histórias japonesas, claro, a qualidade também e um dos fatores imprescindíveis
que chamam a atenção do consumidor na hora em que ele está escolhendo um mangá
para comprar na banca ou em outro lugar seja lá onde for.
Bom
sobre o material de edição e produção falamos depois, agora vamos focar mais
sobre o roteiro.
As estruturas que eu vou ensinar já existem a
mais de 2 mil anos, e por mais que os mangakás tentem, não tem como fugir dessa
estrutura. Porem não as veja como regras que você tenha que seguir, mas como um
conhecimento que você tem noção e utilize para lhe favorecer.
O Johakyu
1º O Johakyu Significa começo meio e fim,
ou ainda para uma tradução mais literária nós temos
JO = oportunidade HÁ = destruição KYU = apressar
Essa
técnica de narrativa e uma herança da China, antigamente quando os monges iam
até a China a estudos eles aprendiam essa técnica e com o tempo levavam e
ensinavam a outras pessoas do Japão. E então os japoneses herdaram duas formas
de narrativa.
Johakyu: É
uma estrutura que divide um roteiro ou história em três partes bem distintas.
Kishotenketsu: É
uma estrutura que divide um roteiro ou história em quatro partes, mas
possibilita a introdução de mais etapas.
2º O Johakyu.
Em
uma história como o mangá, nós começamos com o ponto inicial que seria a oportunidade,
onde os personagens saem do cotidiano e se inicia a história. Ai começa a parte
onde tudo é destruído para não sabermos para onde vai à história.
O
fim geralmente e menor que o começo, e pelo fato de ser ligado com o inicio e o
meio ele e chamado de “apreçar”, por q a história segue seu caminho natural.
Um
dos grandes escritores como shakespere que é considerado até hoje como um dos
grandes especialistas em johakyu da história, mesmo que ele tenha morrido sem
antes ter ouvido falar das três letras Chinesas.
As
histórias de Romeu e Julieta se tornaram tão famosas, pois depois que o publico
fica sabendo que ambos eram de famílias inimigas fica a duvida, Julieta dispensa
ou não dispensa Romeu?
Esse
tipo de narrativa que tira a história de seu cotidiano e apresenta uma parte em
que prega a duvida, a vontade de querer saber mais ou a pergunta como vai
acabar a história Vaz com que o publico goste de uma determinada história.
Shakespere
também utilizava das cenas que emocionavam para criar suas frases marcantes.
EX. quando Julieta diz para Romeu: O Romeu, por que és Romeu?
O
roteirista Syd Field que trabalha em Hollywood que escreve roteiros com mais de
duas horas e é presidente do sindicado dos roteiristas nos EUA torna tudo ainda
mais complexo, em seu livro Para ele uma história e formada de três partes
distintas.Ele separa o história em dois pontos que ele os autodenomina de plot
point 1 e plot point 2.
O
plot point 1 e o ponto onde o personagem sai do seu cotidiano ou de sua
situação anterior, seria o gatilho que vai levar a história até e plot point 2.
O
plot point 2 seria a resolução da história, caminhando para o final.
Syd
Field vai alem e divide o plot point 1 e o plot point 2 em outra parte que ele
chama de Mid Point. Essa forma ajuda a definir melhor as duas metades do
roteiro. Isso ajuda a elevar o interesse pela história.
Em
japonês temos outro termo para que seria a mesma coisa como plot point 1, mid
point ...
Seria o kikkake=motivo. Que
seria o plot point 1
Yama =montanha. É o mid
point
Ochi=queda. É o plot point 2
A estrutura da história é
assim:
Começo ou inicio:
apresenta o ponto de partida da história onde os personagens são apresentados,
e onde nós conhecemos o cenário e o trama. É onde começamos a descobrir a
história.
Plot
1 ou kikkake:como explicado em cima é o gatilho da história.
Desenvolvimento: são
as reações primarias do personagem dentro dessa nova situação. Também é o ponto
onde surgem os personagens secundários.
Mid
point ou yama: é um ponto auto do roteiro o centro onde se encontra o clímax.
Seria o ponto donde temos varias voltas antes de chegarmos ao final.
Reviravolta: é o
ponto onde devemos ter muito cuidado e criatividade. É o ponto onde devemos
inovar para que o final não fique previsível para o leitor.
Plot
2 ou ochi: é a última cena que fecha o poit 1.
Final ou resolução: e a
parte que leva o personagem principal para um novo status ou o mesmo do começo.
Seria a resposta de toda a história.
kishotenketsu
Agora
vamos para outro tipo de roteiro.O nome desse roteiro também tem um significado
em cada letra.
Ki = acordar Sho = receber Tem = rolar
Ketsu = amarrar o começo ou
o fim da historia.
Como utilizar o kishotenketsu
Uma
história se inicia acordando, recebe um volume, depois encaminhamos esse
volume, e em seguida amarramos as pontas.
Que
tal deixar mais complexo e fácil de entender?...
1º
inicie a história, apresente os personagens, em seguida a relação, o ambiente
onde vivem, e então acorde a história.
2º
nessa etapa, sua história recebe alguma coisa, alguma informação, situação que
cria o volume necessário para se tornar interessante.
3º com
esse volume em mãos, você tenta torná-lo maior ou deferente.
4º E
então, amarra as pontas.
A
diferença pode ser mínima com relação ao modelo de syd fid, mas tudo se resume
em filosofia dentro do modelo kishotenketsu.
Você
percebeu que as etapas que correspondem as duas metades do mid point um
significado peculiar? receber um volume e aumentá-lo?
A
diferença esta justamente no sho e ten que podem ser aumentados
ilimitadamente.Você pode também pegar o sho em um volume e aumentar duas vezes
seguidas, ou com dois tem, o que sua criatividade te levar a mente.
Para
exemplificar, pegaremos dragonboll. A série e uma sucessão de sho e ten, você
recebeu uma situação nova.
EX:
quando Raditz luta contra Goku e Piccolo. Goku vence. Entra o plot de vegeta,
anunciando que ele vai cegar daqui a um determinado tempo á terra. E por ai
segue. Essa sucessão de fatos é características kishotenketsu. Esse estilo de
roteiro é ótimo para histórias como mangás com grandes sagas, seriados, novelas
e enfim, esse tipo de roteiro e bom para fechar com um gancho de forma que não
compromete o resto da história como um todo. Outra coisa a ressaltar é que o
sho e ten não e necessariamente amarrados ao roteiro como um todo, mas um bom
roteirista prefere dar significado as suas cenas. Mesmo que você não utilize
dessa alternativa você pode também recorer ou sho e ten para dar um ar de vida
a sua história. A shonen jump costuma recomendar esse tipo de roteiro para os
autores, pelo fato de serem mais práticos de serem trabalhados. E por isso
também que os mangás da shonen jump costumam ter “sagas intermináveis”.Em
naruto, bleach e outras histórias da shonen jump, conseguimos ver claramente o
quanto a shonen jump influencia nos roteiros. Inicialmente os autores
utilizavam o johakyu que é mais como o começo meio e fim, mas com o sucesso os
autores começam a utilizar o kishotenketsu para as grandes sagas. Se você não
aprender a utilizar a alternância entre sho e ten esqueça, pois o seu mangá
estará fardado ao fracasso, pois um mangá com uma saga muito grande com um
roteiro ruim acaba cansando o leitor se você não souber alterar entre o sho e
ten. Um bom exemplo de mangá que ficou assim é o monster e 20 seiki shonen, de
urasawa naoki.Urasawa é muito bom nas narrativas e sucessões de sho e ten,
porem ele trata cada capítulo individualmente. como estruturas de johakyu, com
variadas estruturas e pequenas histórias e um apelo, ou mesmo tempo que faz
capitulo por capitulo valer apena a leitura, ao contrario de muitos animes que
jogam um gancho para uns trechos menos inspirados de suas histórias.
As estruturas e as tiras.
O
modelo mais simples são os da tiras. Se vocês perceberem as tiras do ocidente
tem 4 quadros, e até recebem um nome especifico de yon koma, ou seja quatro
quatros. Como podemos perceber nas tirinhas normais apresentam começo meio e
fim, onde conhecemos os personagens e situação, o meio é a parte onde
acrescentamos algo ou complementamos e no final resolvemos os pontos. Já as
tirinhas japonesas apresentam o estilo kishotenketsu, onde somos apresentados a
uma situação, depois ele recebe um volume que a complementa, esse volume
aumenta e é resolvido no final, para acabar o ponto chave desse tipo de roteiro
e compreende-lo para depois executá-lo. Mesmo que seu mangá seja pequeno, fazer
a estrutura dele (o roteiro) traz a disciplina e a forma para uma carreira promissora.
Exercícios
Vamos
agora aprimorar nosso conhecimento. Pegue três filmes de sua familiaridade, que
você goste e lhe cause sensações diferentes. Em seguida pegue papel e algo para
escrever. Depois tente ficar sozinho para você relaxar e pensar sobre o filme.
Logo em seguida trace uma linha na vertical do caderno ou folha (faça em uma
das laterais da folha). Em cima na ponta da linha escreva inicio e em baixo
escreva fim.
OBS:
Escreva a história dos filmes em diferentes folhas. Sozinho comece a escrever o
filme de forma que cada cena onde a história muda deve estar contida no texto. Caso
você já tenha assistido o filme, então pule essa parte de assistir e comece
anotando todas as cenas .
Depois
de fazer todo esse processo assista novamente, só que agora tente achar e
marque a primeira cena do plot 1, ou seja, a sena que tira o personagem
principal de uma situação estável e coloca-o na história.Logo depois tente
achar o plot 2 e a cena que encaminha a história para o final.
Não
escreva necessariamente tudo, mas uma cena em que nos encaminha para a sena que
nos dá a decisão final. Somente no fim, procure o mid point que é o “cedas” que
muda a dinâmica ou status da historia, seria um novo fôlego para a “aventura”.
Em
alguns casos procure também o pinch points, que ficam entre o plot 1 e mid point,
e entre mid point e plot 2, têm quase a mesma função do mid point, eles servem
para aumentar o interesse do telespectador pela história.
Depois
de fazer todo esse processo, compara a primeira anotação com a segundo que vc
fez do mesmo filme.
Você
certamente ira perceber que todas as duas anotações de cada filme tem suas
cenas principais iguais ou próximas.
Isso
ocorre por q um bom roteiro deixa em sua memória os três pontos marcados.
Revisao
Kishōtenketsu: descreve
a estrutura e o desenvolvimento chinês e japonês de narrativa. Foi originalmente usado na poesia
chinesa, como uma linha de quatro composições, e também é referido como
"kishōtengō. O primeiro caractere chinês se
refere à introdução ou 'kiku'’, o seguinte: o desenvolvimento,”Shoku”, o
terceiro toque,"Tenku”, e por último o caráter indica conclusão ou
"kekku”, é a frase ku
, e (vai), significa ponto de encontro para a conclusão.
O seguinte é um exemplo de como isso pode ser aplicado a um conto de fadas.
Ki: Tópico lançamento ou introdução, que os personagens aparecem, era, e outras informações importantes para a compreensão da configuração dahistória .
Sho:
recebe ou vem na sequência da introdução e leva a virada na história.
Yama: este
é o clímax, nele que tem a maior reviravolta na história.
Ketsu:
Resultante, também conhecido como o ochi ou o fim, ele termina a história,
trazendo-a para a sua conclusão.
Na
estrutura da narrativa Yonkoma manga, é
para documento e dissertação , o estilo de Kishōtenketsu
aplica-se a frase ou frases, e até mesmo cláusula de capítulo, bem como a frase de
introdução compreensível à conclusão.
__________________________________________________________________________
Dessa vez, vamos falar um pouco sobre o roteiro. Mas antes de falar da estrutura do roteiro, precisamos conversar um pouco sobre a historia. O que eh a historia em si? É um acontecimento, real ou fictício, com começo, meio e fim. Simples, mas que muita gente esquece.
Cada historia precisa, de qualquer forma, ter esses três elementos. Começo, meio e fim. E não existe alternação entre esses fatores. Claro, dai vai ter um ou outro que vai falar que existem filmes que começam pelo meio, pelo final, ou citar aquele episodio (genial) de Seinfeld, que começa pelo fim e vai indo pro começo.
Mas quero deixar bem claro que mesmo tudo isso está completamente dentro da ideia de começo, meio e fim, mesmo que aparente que está em uma ordem diferente. Isso é por que, em essência, as partes continuam cumprindo seu papel.
O começo, como todos sabem, é a introdução. É onde você vai apresentar uma ideia, uma situação, os personagens, o cenário… Para o leitor, ou expectador no caso de um filme, é onde você vai situar ele, pra que assim, a sua historia possa ser entendida. Dependendo de como você pretende contar a sua historia, você omite ou apresenta de cara cada fator. Isso vai ser crucial para o meio de sua historia.
Dessa vez, vamos falar um pouco sobre o roteiro. Mas antes de falar da estrutura do roteiro, precisamos conversar um pouco sobre a historia. O que eh a historia em si? É um acontecimento, real ou fictício, com começo, meio e fim. Simples, mas que muita gente esquece.
Cada historia precisa, de qualquer forma, ter esses três elementos. Começo, meio e fim. E não existe alternação entre esses fatores. Claro, dai vai ter um ou outro que vai falar que existem filmes que começam pelo meio, pelo final, ou citar aquele episodio (genial) de Seinfeld, que começa pelo fim e vai indo pro começo.
Mas quero deixar bem claro que mesmo tudo isso está completamente dentro da ideia de começo, meio e fim, mesmo que aparente que está em uma ordem diferente. Isso é por que, em essência, as partes continuam cumprindo seu papel.
O começo, como todos sabem, é a introdução. É onde você vai apresentar uma ideia, uma situação, os personagens, o cenário… Para o leitor, ou expectador no caso de um filme, é onde você vai situar ele, pra que assim, a sua historia possa ser entendida. Dependendo de como você pretende contar a sua historia, você omite ou apresenta de cara cada fator. Isso vai ser crucial para o meio de sua historia.
E é obvio, você não tem como pular o começo. Você vai precisar apresentar seu protagonista, vai ter que criar uma situação. O cenário pode ser omitido, mas quase sempre acaba sendo apresentado. E como isso vai ser feito é o que diferencia. Por exemplo, se você jogar seu protagonista já em uma situação próximo ao final e voltar a um ponto, e ir voltando no tempo, você não está pulando partes, só mexendo no tempo. E o tempo, na criação de uma historia, é tão flexível quanto qualquer outro
3° parte, Publicando o mangá
1º passo: chegar
a uma história e conceito para sua manga.
2º passo: encontrar alguém que possa escrever e desenhar um mangá em um nível profissional. (Normalmente isto seria você e um parceiro).
3º passo: os editores de investigação que estão a aceitar "espontânea" submissões.
2º passo: encontrar alguém que possa escrever e desenhar um mangá em um nível profissional. (Normalmente isto seria você e um parceiro).
3º passo: os editores de investigação que estão a aceitar "espontânea" submissões.
prepare o
pacote de apresentação como o encontrado aqui: http://beanclam.livejournal.com/21560.html#cutid1
4º passo: ler as orientações da
sua apresentação com cuidado, e então preparar um pacote de apresentação, como
o encontrado aqui:
http://beanclam.livejournal.com/21560.html
# cutid1
5º passo:
esperar e ver o que acontece.
Se
você não quiser passar por um editor, você pode tentar pagar e
publicar-se, caso em que você deve ler
os seus requisitos técnicos e conhecê-los, ou você pode encontrar sua própria
impressora e um pé de alguns milhares de dólar para obter uma pancada de livros
impressos, e é claro que você tem que tentar vender os livros que fez, e sem
uma editora ou uma reputação como um webmangá, isso é muito difícil.
Se o editor aceitar o trabalho solicitado,
terão uma orientação e uma apresentação
na página em seu site, e se tiver, pode
ser em seus fóruns
(lugares
que pagam em dinheiro real e tem sido em torno de um tempo) que aceitará
material não solicitado, porque há muitos amadores tentando publicar.
Não
há muitas empresas legit (lugares que pagam em dinheiro real e tem sido em
torno de um tempo) que aceitará material não solicitado, porque há muitos
amadores tentando publicar.
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